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POR JORGE MONICCI

Série: “Almas da Ilha”
Toda a superfície terrestre, todos os monumentos e conquistas da humanidade estão embebidos de nossos antepassados. A cada passo que damos em ambientes supostamente desconhecidos, estes já foram contemplados, alterados, amados, destruídos e reconstruídos por aqueles que caminharam antes de nós. Toda essa carga de trabalho e existência é exaltada
por muitas religiões e ideologias que afirmam ser possível ainda termos contato com aqueles que se foram, algumas chamam de espírito, outras de alma, entidade, assombração, demônios, anjos, ninfas, energia ou deuses.
Seja nas sociedades hebraica, sânscrita, grega ou egípcia existem termos diferentes para expressar um mesmo sentimento sobre a verdadeira essência do homem, ou seja, cada um de nós é composto por um sopro único de vida que une matéria e energia em uma composição singular.
Muitos filósofos já tentaram definir o local de moradia de nossa alma, Aristóteles defendia que era no coração, Descartes na glândula pineal e Herófilo nas cavidades do cérebro.
No entanto neste momento digo que as “Almas da Ilha” se encontram no Paraná na Ilha do Mel e as denomino de arte fotográfica.